POTENCIAL E O REALISMO DO 3D NOS PROJETOS DE ARQUITETURA E DESIGN

No Design & Arquitetura desta sexta-feia (25) entramos nos detalhes dos projetos decorados. Com o uso do 3D! Que é o recurso onde o cliente consegue ver a planta eletrônica ou imagens que recebem definições de cortes, nas dimensões mais próximas de como o espaço será utilizado e estará na rota da visão. Tudo para deixar o pensar! bem livre do profissional criativo na hora de indicar as texturas, cores, pilares, janelas, tipos de móveis, iluminação, paisagismo, e muitas outras opções para atender as expectativas de quem contrata arquitetos e designers. Os softwares como AutoDesk e Sketchup são ferramentas importantíssimas para ajudar na mensagem, compreensão e traz do campo da imaginação a visualização completa do projeto. Para esta nossa conversa sobre a reprodução da visão em três dimensões recebemos as representantes do Studio LK Arquitetura e Interiores.

A Léa Kaufmann, que é designer de interiores e Lays Lopes, que é arquiteta.

O projeto em 3D é aquele que utiliza softwares atuais do tipo CAD, como: Autodesk Homestyler e pCon Planner para dar ao cliente uma visão mais detalhada do ambiente. Oferece mais precisão, como metros quadrados disponíveis, disposição dos móveis, que podem ser alterados conforme as preferências do cliente, aproveitamento do espaço e decoração, em alguns casos onde exige-se uma maior riqueza de detalhes já no planejamento.

Isto era possível graças a um aparelho conhecido como estereoscópio, cuja ideia surgiu primeiramente em 1838, idealizado pelo cientista britânico Charles Wheatstone. Tratava-se de um equipamento modesto, utilizado para visualização das chamadas “imagens estéreas” – que nada mais são do que duas fotografias iguais, porém em ângulos ligeiramente diferentes, que quando vistas juntas pelo olho humano dão impressão de tridimensionalidade.

Os estereoscópios representaram, inclusive, os violentos campos de batalha da Primeira Guerra Mundial. Porém, com a invenção do rádio e de formas mais modernas de comunicação, eles acabaram caindo no esquecimento em meados de 1950.

Em primeiro lugar, deve-se saber que o termo 3D significa três dimensões e com este tipo de técnica é possível observar objetos reais ou imaginários de uma forma totalmente renovada, onde o objeto é composto de uma elevação, como um quadrado que em 3D vira um cubo. Para isso o nosso cérebro envia informações captadas pela visão.

A tecnologia 3D pode é antiga. Tem suas raízes lá com o povo grego – extamente com o matemático Euclides que descobriu a visão binocular – e os árabes com suas técnicas de desenho e noções de perspectiva; passando pelos estudos de Leonardo Da Vinci e Kepler e mestres como Giotto e Caravaggio com a ilusão de profundidade e elementos que ‘saltavam’ de suas telas.

A arte dos períodos bizantino, medieval e gótico foi rica e bonita, mas na representação das imagens não se notava nenhum esforço para criar a ilusão de profundidade e espaço.

A tentativa de entender e reproduzir a visão em três dimensões captada pelo olho humano ocupa cientistas, matemáticos, artistas e curiosos há muito tempo.

Espaço tridimensional
Filme 3D
Imagem 3D
Modelagem 3D
Televisão 3D
3D (computação gráfica)

Os mais conhecidos tipos de utilização dos gráficos 3D, atualmente, são nos filmes de Animação. Alguns exemplos são: “Os Incríveis”, “Monstros S/A”, “Era do Gelo”, entre outros. Porém não se resume apenas em filmes de animação. Além de comercias de TV, esta técnica é, também, utilizada em filmes tradicionais onde personagens criado em computadores interagem com atores reais, como no filme The Smurfs.

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No comando do escritório Studio LK Arquitetura e Interiores há quase dez anos, a designer de interiores Léa Kaufmann transita entre projetos comerciais e residenciais, acrescentando a eles toda a sua sofisticação, experiência e criatividade.

Sendo coordenado anteriormente apenas pela designer, o escritório agregou recentemente uma nova sócia, a arquiteta Lays Lopes. “Apesar de termos formações parecidas, as experiências que colhemos ao longo do caminho foram únicas e compartilha-las deixam os nossos projetos ainda mais completos e enriquecidos”, explica Lays.

Com um estilo limpo e contemporâneo, o escritório não se prende a um único viés. “Procuramos em nossos projetos oferecer o melhor padrão de qualidade, enfatizando soluções tecnológicas, flexibilidade, funcionalidade e inovação”, conta a designer de interiores Léa Kaufmann. “Adequamos nossos projetos ao gosto do nosso cliente, mas sem deixar de lado nosso estilo e alguns fatores que tornam a qualidade de vida dos moradores melhor”, completa a arquiteta Lays Lopes.

Agilidade, versatilidade e atendimento são alguns diferenciais do Studio LK.

 

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