@LIVROSDEFUTEBOL ESCALA O TIME FEMININO GOL DE LETRAS F.C.

Futebol é coisa de homem…

Capa da materia

…diziam os basbaques nos tempos em que se amarrava cachorro com linguiça. De repente, mas não mais do que de repente, elas foram surgindo no mundo do futebol.

A mineira Asaléia de Campos Micheli – a Léa Campos – deixou todos embasbacados quando entrou em campo para apitar uma partida oficial de futebol. Ela diz que foi preciso superar o preconceito da CBD – Confederação Brasileira de Desportos, precursora da atual CBF – e até da família – para atuar como árbitra nos anos 1970.

Léa Campos, a primeira árbitra reconhecida pela FIFA

Léa Campos, a primeira árbitra reconhecida pela FIFA

Regiana Ritter, paulista de Ibitinga, foi a primeira mulher a trabalhar como repórter de campo na história do futebol brasileiro. Espantava os jogadores a maneira tranquila com que entrava impávida nos vestiários após os jogos para fazer o seu trabalho. Dizem que alguns jogadores, de maneira sacana – senão desrespeitosa – deixavam a toalha cair em meio à entrevista. E quebravam a cara quando ela nem se importava com as micharias.

Regiana Ritter

Regiana Ritter entrava nos vestiários masculinos sem mais aquela

Não deve mesmo ser fácil ser mulher num mundo machista. No poderoso mundo do tênis, elas ganham menos nos Grand Slams, talvez pelo fato de jogarem partidas de três sets, enquanto os homens disputam cinco. O campo do futebol não é menor para elas. Já tem mulher que “enterra” no basquete profissional. Elas correm, pulam, saltam, pedalam e nadam como qualquer ser humano. Às vezes com menor força, mas com graça muito maior. Taí Blanka Vlašić que não me deixa mentir. E mesmo quando não são tão normais, destacam-se nos esportes paraolímpicos. E a macharia teve que se curvar.

Hoje, muito por mérito delas mesmas, que resolveram bagunçar o preconceito, temos dezenas de mulheres de destaque no mundo do futebol. Escrevem em jornais e revistas, apresentam programas esportivos, fazem comentários em rádio e TV, são repórteres e blogueiras, pesquisam e lançam livros, destacam-se na Academia com estudos de grande qualidade.

Tim Vickery, o excelente jornalista da BBC, lembrou no Redação Sportv (justamente o desse dia comemorativo) que, canhestramente, a beleza ainda é um dos componentes de exibição nas telinhas. Mas elas unem o útil ao agradável, e vão tomando o seu espaço, como de resto o fazem em outros setores profissionais. Com competência e sem preconceito. Com o pé na porta, sem perder a ternura jamais.

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher (8 de março) – e todos os dias em que a mulherada desfila seu talento falando de esportes, particularmente futebol, escalei um time de craques. Onze mulheres que fazem do futebol o seu campo de trabalho ou estudo. Onze craques.

Senhoras e Senhores, entra em campo o Gol de Letras Futebol Clube!

NO GOL

Betty Milan (foto: Lailson Santos)

Betty Milan (foto: Lailson Santos)

A Craque – Betty Milan é psicanalista e escritora de romances, ensaios, crônicas e peças de teatro. Suas obras também foram publicadas na França, Argentina e China. Antes de se tornar escritora, formou-se em Medicina pela Universidade de São Paulo e especializou-se em Psicanálise na França com Jacques Lacan. Em março de 1998, foi convidada de honra do Salão do Livro de Paris, cujo tema era o Brasil.

A Obra

O País da Bola (Record, 1989, 21x14cm, 144 pág., R$32,90

O País da Bola (Record, 1989, 21x14cm, 144 pág., R$32,90

A Sinopse – A primeira edição do livro, em 1989, teve grande repercussão na imprensa, mas só foi distribuída como livro-brinde. Teve lançamento no salão nobre do Estádio do Pacaembu. Foi traduzido para o francês e lançado, em formato de bolso, no Salão do Livro de Paris, pela Éditions de l’Aube. No mesmo ano, a Record publicou uma edição de livraria revista e corrigida pela autora. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, o livro foi reeditado com novo prefácio escrito pela autora. Antes de escrevê-lo, Betty Milan entrevistou Platini e ouviu dele que o Brasil é mesmo o país da bola, pois “é tão importante para os torcedores do mundo inteiro irem para o Brasil quanto para os muçulmanos irem à Meca“. O livro retrata o Brasil através do futebol. A autora atravessa o país da bola, indicando o que fez do football o futebol e dos nossos jogadores figuras lendárias. Mostra que há uma relação entre a cultura popular brasileira – a cultura do brincar – e o jogo inventivo de que somos capazes. Para ela, nós, brasileiros, somos treinados para a improvisação desde a infância, e o brincar é o elemento-chave da nossa cultura. Betty Milan focalizou o jogo para nos dizer quem somos, mas ainda porque o espaço do futebol é democrático e, nele, a palavra lei faz sentido (extraído de www.bettymilan.com.br).

NA ZAGA

GISELLA DE ARAÚJO MOURA (4)

GISELLA DE ARAÚJO MOURA (4)

A Craque – Mestre em História Social pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ.

A Obra

O Rio corre para o Maracanã, de Gisella de Araújo Moura (Editora FGV, 1998, 154 pág.)

O Rio corre para o Maracanã, de Gisella de Araújo Moura (Editora FGV, 1998, 154 pág.)

Este livro está disponível em e-book: http://editora.fgv.br/o-rio-corre-para-o-maracana_1)

A Sinopse – O objetivo central deste livro é examinar o contexto em que foi realizada a IV Copa do Mundo, relacionando-o ao projeto de difundir o futebol no Brasil, particularmente na cidade do Rio de Janeiro, e de incorporá-lo como um dos traços mais característicos da cultura brasileira. A realização do campeonato mundial é analisada como um momento particularmente importante de afirmação da identidade nacional brasileira através do futebol.

Veja o vídeo de um programa em que Marcos Eduardo Neves e eu participamos com ela, pouco antes da Copa do 7×1, no Canal Futura: www.youtube.com/watch?v=G4GTPjkFU3I. Depois de ver, dêem-me crédito: eu falei mal da Seleção antes da Copa começar… Leia mais em Literatura na Arquibancada, o blog do André Ribeiro.

CLARA ALBUQUERQUE (2)

CLARA ALBUQUERQUE (2)

A Craque – Formada em jornalismo pela Universidade Federal da Bahia. Desde 2007, trabalha como jornalista esportiva, com passagens pelo jornal Correio (BA), onde manteve uma coluna aos domingos por quatro anos, pela TV Bahia, afiliada da Rede Globo e pelo SporTV, como comentarista de futebol. Atualmente, é apresentadora e comentarista da TV Esporte Interativo. É autora do livro “A Linha da Bola – Tudo o que as mulheres precisam saber sobre futebol e os homens nunca souberam explicar” (2007) e de “Os Sem-Copa”. Mantra: “O futebol não é mais só deles. Nem queremos que seja só nosso. Ele deve ser de todo mundo”.

As Obras

Três livros de Clara Albuquerque

Três livros de Clara Albuquerque

A Sinopse – “Os Sem Copa – Craques Que Encantaram o Brasil e Nunca Participaram de Um Mundial” (Maquinaria, 2014, 21x14cm, 144 pág. R$30) – “Os Sem-Copa” é uma viagem pelo universo de craques que encantaram os brasileiros, mas que, pelos mais variados motivos, não estiveram presentes em uma Copa do Mundo. Com rara sensibilidade, a jornalista Clara Albuquerque, a partir dessa premissa, costura histórias recheadas de dramas e paixões. De Friedenreich, passando por Oberdan Cattani, Heleno, Tesourinha, Evaristo, até nomes como Geraldo, Roberto Batata e Dener, o livro apresenta, com originalidade, um rico painel do futebol brasileiro. Veja mais em Ora, Bolas.

MARLUCI MARTINS (3)

MARLUCI MARTINS (3)

A Craque – Marluci Martins é jornalista e fotógrafa iniciante. Vascaína e mulher do sambista Moacyr Luz.  Escreve no diário Extra a coluna Extracampo, onde conta os bastidores do futebol e do esporte. Rumo aos 1.000 plantões, Marluci pode ser encontrada toda segunda-feira no Clube Renascença, onde rola o Samba do Trabalhador, genial criação do maridão. Quando via a repórter Isabela Scalabrini, pioneira da seção de esportes na TV Globo – hoje radicada na emissora em Belo Horizonte – Marluci dizia para si mesma: Quero ser igual a ela. Quero ser repórter. Ainda na faculdade, passou em uma prova para ser mais uma das estagiárias do jornal O DIA. De matéria em matéria, alguns furos na trajetória, Marluci foi escalada para a sua primeira Copa do Mundo, a de 1994 nos Estados Unidos. Era a única mulher da equipe de O DIA. Hoje, Marluci conquistou respeito de colegas e boleiros, tem sua própria coluna e participa do programa “A Última Palavra”, na Fox Sports (Texto editado com o auxílio luxuoso de http://depoisdoapito.com.br).

A Obra

Leia Marluci no Extracampo e fique sabendo das coisas

Leia Marluci no Extracampo e fique sabendo das coisas

Leia mais em www.extra.inf.br/extracampo e veja a entrevista dela para “A Pelada como ela é” (do Sergio Puglisese, hoje diretor do “Museu da Pelada“) em https://www.youtube.com/watch?v=BrTBj2kE0d0

MILLY LACOMBE (6)

MILLY LACOMBE (6)

A Craque – Maria Emília Cavalcanti Lacombe – a “Milly” – é jornalista esportiva. Escreve a “Coluna do Meio” na revista mensal TPM. Foi do Sportv. Comentou na Rede Record a Champions League. fazia sucesso no Sportv quando teve um entrevero judicial com o goleiro Rogerio Ceni, em 1996, a quem acusou de falsificar a assinatura em uma possível proposta do Arsenal, com o que teria conseguido um aumento no São Paulo FC. Perdeu o emprego, o processo e o chão. Hoje, mora nos Estados Unidos com a mulher, que é advogada.

A Obra

Para Ser Jogador de Futebol – Dicas do um Campeão para Você se Tornar um Jogador Profissional de Sucesso (com Raí e Soninha Francine) ­ SENAC, 2005, 23x15, 128 pág. R$25.

Para Ser Jogador de Futebol – Dicas do um Campeão para Você se Tornar um Jogador Profissional de Sucesso (com Raí e Soninha Francine) ­ SENAC, 2005, 23×15, 128 pág. R$25.

A Sinopse – O livro mostra a trajetória do jogador Raí, que começou a jogar futebol semiprofissional aos 15 anos de idade, no Botafogo de Ribeirão Preto, cidade onde nasceu e hoje, depois da consagração, está à frente da Fundação Gol de Letra, instituição que atua nas cidades de São Paulo e Niterói, em prol da integração social de crianças carentes, na faixa de 0 a 14 anos. Leia mais em http://blogdamilly.com/

MEIO-CAMPO

LUCIANE DE CASTRO (5) E FILHAS

LUCIANE DE CASTRO (5) E FILHAS

A Craque – Costureira de palavras, blogueira do “Futebol para Meninas” no diário Lance!. Apaixonada e destemida defensora do futebol feminino. Mãe de um monte de meninas. Mantra: “O macaco é um animal demasiado simpático para que o homem descenda dele”. Quando a convidei para participar de um dos eventos “Futebol-arte: a arte do futebol”, que produzi na Associação Brasileira de Imprensa, no Rio de Janeiro, tive o prazer de trocar vários dedos de prosa e verso com ela, em Copacabana, acompanhados de suco de cevada e petiscos variados.

A Obra – acompanhe Lu Castro em https://www.facebook.com/futebolparameninas/?pnref=about.workhttps://www.facebook.com/grupolance/?pnref=about.work

CAMILA AUGUSTA ALVES PEREIRA (8)

CAMILA AUGUSTA ALVES PEREIRA (8), COM ESTILO

A Craque – Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com bolsa da Capes, na linha de pesquisa Cultura de Massa, Cidade e Representação Social. Mestre pela mesma instituição (2012). Possui experiência em pesquisa sobre marketing, idolatria, representação, identidade, publicidade, rádio e recepção em Copas do Mundo de Futebol. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Estácio de Sá (2005), com habilitação em Publicidade e Propaganda. Professora das Faculdades Integradas Hélio Alonso – FACHA. Foi professora substituta da Escola de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2014. Vice coordenadora-regional da equipe Rio de Janeiro da Rede Brasil Conectado – Pesquisa Jovem e Consumo Midiático, com coordenação geral na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Participa ativamente do Grupo de Pesquisa Esporte e Cultura (FCS/UERJ), cadastrado no CNPQ, e do Laboratório de Esporte e Mídia da UERJ. Apenas não cometa a bobagem de cortar as unhas perto dela…

A Obra – Escreve no Comunicação, Esporte e Cultura, blog do Grupo de Pesquisa Esporte e Cultura (FCS/UERJ) e no Ludopédio. Formou-se em Comunicação na UERJ com a monografia “Guerreiros não abandonam a batalha: publicidade e identidade do herói nacional no Mundial de Futebol de 2010”, sob a orientação do professor Ronaldo George Helal.

PRISCILA ANDRADE ULBRICH (10)

PRISCILA ANDRADE ULBRICH (10)

A Craque – criou e edita o blog “Donas da Bola”, escrito por mulheres que gostam, entendem e não têm medo de informar, opinar e debater sobre os mais diversos esportes.

A Obra

Simplesmente Zico (Contexto, 16x23, 208 páginas, R$40).

Simplesmente Zico (Contexto, 16×23, 208 páginas, R$40).

A Sinopse – Tiete confessa de Arthur Antunes Coimbra, Priscila o homenageou, nos 60 anos do Galinho de Quintino, em 2013, com o livro “Simplesmente Zico”, com textos de Alex do Coritiba, Maestro Junior, Roberto Dinamite, Neymar e de fãs anônimos. Leia mais em http://www.donasdabola.com.br

THEREZA BULHÕES (11)

THEREZA BULHÕES (11)

A Craque – Thereza era mulher de João Saldanha na época da Copa de 1970. “O primeiro contato com aquele que viria a ser seu marido aconteceu graças ao esporte. Thereza trabalhava em uma galeria de arte na Praça General Osório, em Ipanema, e teve a ideia de organizar um debate sobre futebol no local. Inspirada na Resenha Facit – histórica mesa-redonda da TV Globo, com Armando Nogueira, Nelson Rodrigues, João Saldanha, José Maria Scassa e Luiz Mendes -, convidou o jornalista para participar. Após faltar uma série de vezes, ele enfim apareceu e, aos poucos, conquistou a confiança e o amor de Thereza” (Infoglobo, 12/12/2013).

A Obra

As feras do Saldanha - O João sem medo, por suas mulheres (Lacre, 2013, 23x15,5, 104 pág., R$32)

As feras do Saldanha – O João sem medo, por suas mulheres (Lacre, 2013, 23×15,5, 104 pág., R$32)

A Sinopse – “As Feras do Saldanha – O João Sem-Medo, por suas mulheres” obtém um feito inédito na literatura nacional – reunir, num mesmo volume, depoimentos das cinco ex-companheiras de João, que revelam um lado do ex-técnico da Seleção nunca antes apresentado ao público – o conjugal. O mais impressionante, é que os depoimentos foram apurados por sua terceira esposa, e autora do livro, Thereza Bulhões, “a musa da Copa de 70”. Para o jornalista Juca Kfouri, “As Feras do Saldanha” exala frescor, fazendo do aparentemente rude João um exemplo de delicadeza, o que surpreenderá os leitores. O livro também tem comentários de João Máximo, Maria Prestes, Mariozinho Rocha e Sergio Bocage, entre outros. Um livro só de “feras”.

MINHAS GÊMEAS DO ATAQUE

As Craques – Numa família onde se dizia que “só nasciam homens”, de repente chegaram as mulheres. Primeiro, Juliana Oliveira, filha do meu irmão Claudio. Depois, meu filho Rodrigo casa-se com Lucia Sá, e eu herdo duas netas gêmeas, lindas e rubro-negras, sempre juntas na paixão pelo Mengão e na vontade de escrever sobre futebol. Conseguiram.

Mariana, eu e Luiza, durante o desfile de Terça-feira de Carnaval do Bloco "Se Me Der, Eu Como", na Rua do Matoso.

Mariana, eu e Luiza, durante o desfile de Terça-feira de Carnaval do Bloco “Se Me Der, Eu Como”, na Rua do Matoso.

 

Mais recentemente, meu filho mais novo, Thiago, me presenteou com um par de meninas: Ana Luiza e Victoria. Ainda não dá pra saber se vão gostar de futebol, se vão torcer por Flamengo ou pelo Juventus da Moóca, o time da Rua Javari. Perdoem o nepotismo; mas é com justo orgulho de avô que escalo, no ataque, meu par de gêmeas!

MARIANA SÁ (7)

MARIANA SÁ (7)

A Obra – Estudante de Jornalismo na FACHA Faculdades Integradas Helio Alonso. Torce também pro Manchester United. Escreve pro “Mundo Rubro-Negro”, pro “Linha de Fundo” e pro “Donas da Bola”, da minha beque central Priscila Ulbrich.

LUIZA SÁ (9)

LUIZA SÁ (9)

A Obra – Estudou Jornalismo na FACHA – Faculdades Integradas Helio Alonso. Trabalho no diário Lance!. Escreve no “Vavel – The International Sports Newspaper”. E no blog “Mundo Rubro-Negro”. Torce também pro Chelsea. Veja mais delas em: Donas da BolaLinha de FundoVavel Mundo Rubro-Negro

A TÉCNICA DO TIME

Martha Esteves, a técnica do time

Martha Esteves, a técnica do time

A Craque – Em time de craque, todo mundo quer jogar. E ai do dirigente que não der um jeito. Joga as camisas pro alto, e cada um pega a sua. Não é o caso da Martha Esteves. Sabedora da formação do Gol de Letras FC, em homenagem não apenas ao Dia Internacional da Mulher, mas ao espaço que ela vêm conquistando, na marra e no talento, no jornalismo esportivo, Martha “se escalou”, como dizem os boleiros. Pô, Martha, o time tá formado – saí pela tangente. Então, eu fico de técnica! Então, ai está!

A Obra (d’après Donas da Bola) – Já tem um tempo que Martha Esteves se formou em Jornalismo. Nem parece… Começou de cima: na velha e boa Placar, onde ficou cinco anos. Passou pelo Jornal do Brasil, fez frilas para as revistas Quatro Rodas, Playboy, está em sua terceira passagem no jornal O Dia, como subeditora de esportes, há 17 anos. Ganhou prêmios Embratel e Caixa Econômica de reportagem esportiva. É pós-graduada em docência do Ensino Superior, deu aulas na Facha, no curso extra-curricular de Jornalismo Esportivo nos anos 1990. O blog Fulecagem é a cara e o jeito dela!