CASCUDO E LOAS DO ASSIS ÂNGELO SELECIONA PARA VOCÊ, O ROTEIRO MUSICAL DA CIDADE DE SÃO PAULO

PARA VOCÊ !

Assista 

http://youtu.be/5S1-AOFvmDM

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Milhares de artistas não se cansam de cantar a capital paulista de formas, ritmos e gêneros os mais diversos, como sambas, dobrados, marchas, pagodes, valsas, choros, forrós, baiões, xotes, lambadas, toadas, modinhas, maxixes, tangos, emboladas, corridos, polcas, rancheiras etc.

Loas à cidade onde nasceram a Jovem Guarda, o Tropicalismo, os festivais de música e o QG do baião de Luiz Gonzaga se acham também nos martelos e redondilhas dos improvisadores do Nordeste, como Oliveira de Panelas e Geraldo Amâncio, Zé Francisco, Sebastião Marinho, Andorinha e Palmeirinha, entre muitos. E do Sul, como Gildo de Freitas e Teixeirinha.

DJs e MCs que se multiplicam na cidade também não esquecem a temática.

Nas obras em referência, até aqui cerca de três mil, há citações a ruas, avenidas, parques, pontes, estádios de futebol, bairros, praças, camelôs, favelas, metrô, garoa, largos, vilas, museus, heróis, paisagens e rios; trabalho, trabalho, trabalho e hinos e odes para agremiações esportivas como Corinthians, São Paulo e Palmeiras, os mais cantados. Tudo ou quase tudo da cidade, incluindo sua gente e cotidiano, tem sido citado nas obras musicais desde o século 18.

Artistas como DJ Hum, Thaíde, Mano

Brown, Rappin Hood, Emicida, Sabotage,

Criolo e Negra Li se juntam na mistura de

estilos e gêneros a Cornélio Pires, Adoniran

Barbosa, Mário Zan, Geraldo Filme,

Germano Mathias, Jarbas Mariz, Marco

Mendes, Edvaldo Santana, Costa Senna

e Osvaldinho da Cuíca; Ary Barroso, Sílvio

Caldas, Nélson Gonçalves, Mário Albanese,

Papete, Tom, Hermeto, Gil, Caetano e

Vinicius, que uma vez caiu na besteira de

dizer que São Paulo é o túmulo do samba.

Na lista de obras dedicadas à cidade

chamada de Sampa, Capital Bandeirante,

Terra da Garoa e Paulicéia – a mais populosa

do planeta depois de Mumbai e Délhi,

na Índia; Istambul, na Turquia; e

Karachi, no Paquistão –, aparecem

até tragédias, como o incêndio

no edifício Andraus e o massacre

na Casa de Detenção.

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