CADA VAGÃO DO METRÔ REVELA TÍTULOS INSTIGANTES. ENTRE

Cada vagão do Metrô de São Paulo revela títulos instigantes. Esta semana reúne épico sobre a Inglaterra medieval; romance de criativa variação da ficção-científica; manual sobre mediunidade e uma obra clássica do filósofo Bertrand Russell. Escolha seu livro e prepare-se para embarcar. De início, conheça a sequência de uma trilogia recordista de vendas.

 

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GREY

Estação Paulista, Linha Amarela – “Grey – Cinquenta Tons de Cinza pelos Olhos de Christian”, de E. L. James. A dedicatória já antecipa o conteúdo do romance: “A vocês, leitores, que tanto pediram”. Sim, esta é a continuação da trilogia que faturou milhões. Agora, o amor sadomasoquista da jovem Anastasia pelo bilionário Grey ganha a visão dele.

 

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MEDIUNIDADE

Estação Clínicas, Linha Verde – “Mediunidade: Ferramenta Divina”, de Umberto Fabbri. Funciona como manual de referências históricas e análise didática sobre mediunidade. Os capítulos tratam do treinamento, reforma íntima, responsabilidade, gravidez e mediunidade em crianças. O autor brasileiro mora em Miami e há 30 anos vincula-se à doutrina espírita.

 

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HISTORIAZERO

Estação Clínicas, Linha Verde – “História Zero“, de William Gibson (“Neuromancer“). Este título fecha a trilogia “Blue Ant”.Mergulho no submundo da moda e do marketing sob a sombria presença dos atentados de 11 de setembro. O autor, que criou o termo cyberpunk –  variante da ficção-científica, é considerado “profeta noir”.

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BERNARD

Estação Armênia, Linha Azul – “Terra em Chamas“, de Bernard Cornwell. Livro 5 das Crônicas Saxônicas. No final do século IX, o rei Alfredo já doente espera transferir o poder para o filho Eduardo. Mas os nórdicos (dinamarqueses) em guerra ameaçam a Inglaterra. O rei depende da liderança e estratégia de Uthred, personagem principal da saga.

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Estação Santana, Linha Azul – “Por Que Não Sou Cristão”, deBertrand Russell (1872-1970), Prêmio Nobel de Literatura 1950. Com humor, a obra levanta questões candentes. Este livro reúne textos escritos pelo filósofo britânico entre 1896 e 1954, que provocaram polêmica e acusações de ser blasfêmia. Ele também foi matemático e militante pacifista.

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Na semana que vem, mais livros em novas viagens.
Sempre aqui: PRÓXIMA ESTAÇÃO: LEITURA NO METRÔ.

 

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